
Não espere pela minha vingança, pois ela jamais virá. Não aguarde um olhar de ódio, porque o máximo que terá será o de indiferença. Não acredite que de mim sairão as mesmas coisas que encontrou na última esquina, pois em cada canto que parar, encontrará um coração que pulsa em um ritmo diferente.
Não espere que das minhas mãos saiam bofetadas, socos, ou algo do gênero; se algum dia tiver que te agredir, atacarei com palavras. Se em algum momento quiser te ferir, esfolarei com olhares. E se, por acaso, um dia, desejar te matar, assassinarei com a dor do arrependimento.
Sabrina Teles; 18/05/2011
