Ela atrai o impossível, o improvável. Chama atenção de quem não pode, de quem não deve. Isso não a agrada, mas também não a insatisfaz.Para quem se sente só, qualquer companhia é válida. Mas sozinha é que encontra o verdadeiro sentido da vida. Por isso ela sempre diz adeus.
Adeus frio que não leva nenhuma bagagem, recordação. É um adeus inteiro, que completa-se naquele instante e não volta mais.
A sua roupa é sempre a mesma, a do corpo. O seu olhar se alterna para seduzir e confundir. O sorriso ela sempre carrega, enigmatizando a todos incapazes de entender a felicidade prazerosa que carrega em todo seu adeus.
Sabrina Teles, 16/07/2010

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