
O olhar oferecido para todos é o mesmo que recebo. O sorriso que me dá é aquele que distribui incansavelmente por aí. Dos seus pensamentos não consigo me apoderar, suas palavras não consigo decifrar, seus olhares não me pertencem, são de alguém que não me importa.
Só sei que quando estou ao seu lado prefiro não respirar para não correr o risco de afastá-lo. Quando consigo tocar em suas mãos prefiro que meu sangue não corra nelas para que a aceleração da minha corrente passe despercebida ao tato dele. Viro minha expressão e sentimento ao avesso para que ele não veja o quão sua presença me faz feliz.
O peito transborda de amor, de dor, de solidão. Não querer é impossível, ter é grandiosamente improvável. Você pode ler e até tentar entender, mas não conseguirá. Nunca o sentiu e jamais o sentirá. Porque quando o sentimento é real ele se faz único em sua existência.
Não importa por quem, nem para quem. Não é para ser conhecido, apenas o sentirei.
Sabrina Teles 18/10/2010
O peito transborda de amor, de dor, de solidão. Não querer é impossível, ter é grandiosamente improvável. Você pode ler e até tentar entender, mas não conseguirá. Nunca o sentiu e jamais o sentirá. Porque quando o sentimento é real ele se faz único em sua existência.
Não importa por quem, nem para quem. Não é para ser conhecido, apenas o sentirei.
Sabrina Teles 18/10/2010

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